Sobre a Experiência
Comei, Bebei E Folgai, Pois O Que Mais Resta Não Vale Tanto
domingo, 20 de maio de 2012
JOE BONAMASSA NO DAVID LETTERMAN
quinta-feira, 17 de maio de 2012
ALGUMAS CONSEQUÊNCIAS DA CRISE NA GRÉCIA
2. Aquiles vai tratar o calcanhar na saúde pública.
3. Eros e Pan inauguram prostíbulo.
4. Hércules suspende os 12 trabalhos por falta de pagamento.
5. Narciso vende espelhos para pagar a dívida do cheque especial.
6. O Minotauro puxa carroça para ganhar a vida.
7. Acrópole é vendida para a Igreja Universal do Reino de Zeus.
8. Eurozona rejeita Medusa como negociadora grega: “Ela tem minhocas na cabeça!”.
9. Sócrates inaugura o “Cicuta’s Bar” para ganhar uns trocados.
10. Dioniso vende vinhos à beira da estrada de Marathónas.
11. Hermes entrega currículo para trabalhar nos correios. Especialidade: entrega rápida.
12. Afrodite aceita posar nua para a Playboy.
13. Sem dinheiro pra pagar os salários, Zeus libera as ninfas para trabalharem na Eurozona.
14. Ilha de Lesbos abre resort hétero.
15. Para economizar energia, Diógenes apaga a lanterna.
16. Oráculo de Delfos vaza números do orçamento e provoca pânico nas Bolsas.
17. Áries, deus da guerra, é pego em flagrante desviando armamento para a guerrilha síria.
18. A caverna de Platão abriga milhares de sem-teto.
19. Descoberto o porquê da crise: Os economistas estão falando grego!!!
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Migalhas - Triste fim de Policarpo da Veja
CLIQUE AQUI
domingo, 29 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Ao mestre com carinho
Extraído do filme The Last Waltz, a grande versão de The Weight com os Staples Singers.
domingo, 1 de abril de 2012
Micro-Conto => Dialogus in Musica
segunda-feira, 12 de março de 2012
Aumento dos casos de aborto legal
A comissão de juristas instituída pelo presidente do Senado, senador José Sarney, para elaborar o anteprojeto do novo Código Penal aprovou, nesta sexta-feira (9), propostas de mudanças nos artigos que tratam do aborto e dos crimes contra a dignidade sexual. As sugestões vão integrar texto a ser transformado em projeto de lei.
Depois de quase seis horas de debates, os especialistas decidiram manter como crime a interrupção intencional da gravidez, mas com a ampliação dos casos em que a prática não é punida. As mudanças propostas foram criticadas por um grupo de manifestantes que se postou ao fundo da sala da comissão protestando contra o aborto.
Atualmente o aborto é permitido apenas em gravidez resultante de estupro e no caso de não haver outro meio para salvar a vida da mulher. O anteprojeto passa a prever cinco possibilidades: quando a mulher for vítima de inseminação artificial com a qual não tenha concordância; quando o feto estiver irremediavelmente condenado por anencefalia e outras doenças físicas e mentais graves; quando houver risco à vida ou à saúde da gestante; por vontade da gestante até a 12ª semana da gestação (terceiro mês), quando o médico ou psicólogo constatar que a mulher não apresenta condições de arcar com a maternidade.
– Há setores que defendem a descriminalização do aborto e há setores que defendem a permanência do texto atual. Estes segmentos são dignos de respeito. Puderam trazer seus pontos de vista. Todos foram ouvidos. A solução que encontramos foi a intermediária. Aborto permanece crime. O que fizermos, porém foi permitir que não o seja em algumas situações – afirmou o procurador Luiz Carlos Gonçalves, relator-geral da comissão.
O procurador lembrou que o tema exigiu muita reflexão, diante da importância de se equilibrar os direitos fundamentais do feto e da mãe.
– Votamos pela permissão do aborto praticado por médico até a 12ª semana de gestação, desde que haja comprovação de que a mulher não pode levar adiante a gravidez. Sabemos que é uma situação muito dolorosa. Na verdade, o aborto é sempre traumático e deixa seqüelas psicológicas e físicas – explicou.
Crimes sexuais
O grupo de especialistas passou boa parte da reunião discutindo também mudanças nos crimes contra a dignidade sexual. Conforme decisão por votação, o estupro será subdividido em três modalidades: anal, oral e vaginal.
– Há um grave problema na legislação atual, que junta ofensas distintas como estupro e o antigo atentado violento ao pudor numa conduta só. Agora estamos especificando melhor para a aplicação da pena adequada – explicou o relator.
Ele citou como exemplo de indefinição comum a situação em que uma mulher é molestada por um homem no transporte coletivo:
– Nestes casos, atualmente há quem considere estupro, mas também há os que julgam ser uma mera contravenção. Nossa proposta agora sobre crimes sexuais dá um quadro seguro abrangendo diversos níveis de violência, com penas adequadas a cada um destes níveis – explicou.
Além disso, foi aprovada a criação de outros dois crimes. Um deles é o molestamento sexual (constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, ou se aproveitando de situação que dificulte a defesa da vítima, à prática de ato libidinoso diverso do estupro vaginal, anal e oral). O outro é a manipulação e introdução sexual de objetos (constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a suportar a manipulação vaginal ou anal ou a introdução de objetos).
Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
quinta-feira, 8 de março de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
"Everybody Hurts", do R.E.M., a mais deprê?
A lista das mais votadas tem muita coisa boa, como Leonard Cohen ("Hallelujah"), Simon and Garfunkel ("Sound of silence"), Bill Withers ("Aint no sunshine"), Joy Division ("Love will tear us apart") e Sinead O´Connor ("Nothing compares 2 U"). Tem também duas dos Beatles, "Yesterday" e "Eleanor Rigby".
Cada um com seu ponto de vista, eu já acho que deprimente mesmo é escutar o tal Michel Teló e sua insuportável "Ai, se eu te pego", mas...
A lista completa pode ser encontrada clicando aqui
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
A Evolução Do Público De Concertos De Rock
Lana Del Rey
O vídeo pode ser visto aqui, mas está longe de ser uma grande performance. Visivelmente nervosa, ela não canta bem e erra muito. Ela está melhor em uma apresentação anterior, no igualmente lendário programa do Jools Holland. E bem melhor nesse vídeo feito no estúdio londrino The Premises:
Seu álbum, "Born to Die", chegou ontem às lojas, sites pagos e "alternativos", para cada um adquirir como quiser. Vale uma conferida, principalmente pelo charme retrô, que remete a uma estética sessentista, como diria o filósofo Feluc.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
New York Times, January 21, 2012
By CHARLES DUHIGG and KEITH BRADSHER
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Reprovado no Enem, Estadão, 26 de janeiro de 2012, JOSÉ SERRA
O Enem é uma prova voluntária e de caráter nacional. As questões são as mesmas em todo o Brasil. Sua expansão foi rápida: até 2002, cerca de 3,5 milhões de alunos já tinham sido avaliados. Note-se que Paulo Renato chegou a incentivar que as universidades levassem em conta o resultado do Enem em seus respectivos processos seletivos. Em 2002, 340 instituições de ensino superior faziam isso.
Ainda que o PT e seus sindicatos tivessem combatido o Enem, o governo Lula o manteve sem nenhuma modificação até 2008, quando o Ministério da Educação anunciou, pomposamente, que ele seria usado como exame de seleção para as universidades federais, o que “acabaria com a angústia” de milhões de estudantes ao por fim aos vestibulares tradicionais.
A partir dessa data, dados os erros metodológicos, a inépcia da gestão e o estilo publicitário (e só!) de governar, armou-se uma grande confusão: enganos, desperdício de recursos, injustiças e, finalmente, a desmoralização de um exame nacional.
O Enem, criado para avaliar o desempenho dos alunos e instruir a intervenção dos governos em favor da qualidade, transformou-se em porta de acesso — ou peneira — para selecionar estudantes universitários. Uma estupenda contradição! Lançaram-se numa empreitada para “extinguir os vestibulares” e acabaram criando o maior vestibular da Terra, dificílimo de administrar e evitar falhas, irregularidades e colapsos. A angústia de milhões de candidatos, ao contrário do que anunciou o então ministro, Fernando Haddad, cresceu em vez de diminuir. E por quê?
Porque a um engano grave se juntou a inépcia. Vamos ao engano. Em 2009, o Enem passou a usar a chamada “Teoria de Resposta ao Item” (TRI) para definir a pontuação dos alunos, tornados “vestibulandos”. Infelizmente, recorreu-se à boa ciência para fazer política pública ruim. A TRI mede a proficiência dos alunos e é empregada no Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) desde 1995, prova que não seleciona candidatos – pretende mostrar o nível em que se encontra a educação, comparar as escolas e acompanhar sua evolução, para orientar as políticas educacionais.
Como o Enem virou prova classificatória, o uso da TRI, que não confere pontos aos alunos segundo o número de acertos (Teoria Clássica dos Testes – TCT), renovou a “angústia”. O “candidato” não tem ideia da pontuação que lhe vão atribuir porque desconhece os critérios do examinador. Uma coisa é empregar a TRI para avaliar o nível dos jovens; outra, diferente, é fazer dela um mistério que decide seu destino. Na verdade, o “novo” Enem passou a usar a TRI para, simultaneamente, selecionar alunos, avaliar o desempenho das escolas, criar rankings, certificar jovens e adultos que não completaram o ensino médio e orientar o currículum desse ciclo. Não há exame no mundo com tantas finalidades discrepantes.
A Teoria Clássica dos Testes não distingue o acerto derivado do “chute” daquele decorrente da sabedoria. A TRI pode ser mais apropriada como forma de avaliar o nível da educação, mas, como critério de seleção, vira um enigma para os candidatos. Os vestibulares “tradicionais”, como a Fuvest, costumam fazer sua seleção em duas etapas; uma primeira rodada com testes e uma segunda com respostas dissertativas — que não comportam o chute.
O Enem-vestibular do PT concentrou, ainda, na prova de Redação a demonstração da capacidade argumentativa do aluno. Além de as propostas virarem, muitas vezes, uma peneira ideológica, assistimos a um espetáculo de falta de método, incompetência e arbítrio. O país inteiro soube de um aluno da escola Lourenço Castanho, em São Paulo, que recorreu à Justiça e sua nota, de “anulada”, passou para 880 pontos — o máximo possível é mil. Outro, ao receber uma explicação sobre seus pontos, constatou um erro de soma que lhe roubava 20 pontos. Outros 127 estudantes conseguiram ter suas notas corrigidas. Atentem para a barbeiragem técnica: nos testes, recorre-se à TRI para que o “chute” não tenha o mesmo peso do acerto consciente, mas o candidato fica à mercê de uma correção marcada pelo subjetivismo e pelo arbítrio.
É conhecida também a sucessão de outros problemas e trapalhadas: quebra do sigilo em 2009, provas defeituosas em 2010 e nova quebra de sigilo em 2011. Além disso, os estudantes que, via Justiça, cobram os critérios de correção das redações, costumam receber mensagens com erros grotescos de português. Todos nós podemos escorregar aqui e ali no emprego da norma culta. Quando, porém, um candidato questiona a sua nota de redação e recebe do próprio examinador um texto cheio de erros, algo de muito errado está em curso.
Se o MEC queria acabar com os vestibulares, não poderia ter criado “o” vestibular. Se o Enem deve ser também uma prova de acesso à universidade, não pode ser realizado apenas uma vez por ano — promete-se duas jornadas só a partir de 2013. A verdade é que o governo não criou as condições técnicas necessárias para que a prova tivesse esse caráter. A quebra de sigilo em 2011 se deu porque questões usadas como pré-testes foram parar na prova oficial. O banco de questões do Enem não suporta a demanda. O PT se esqueceu de cuidar desse particular no afã de “mostrar serviço” — um péssimo serviço!
O ex-ministro Haddad, antes de deixar o cargo, fingiu confundir a crítica que fizeram a seu desempenho com críticas ao próprio Enem, o que é falso. Talvez seu papel fosse mesmo investir na confusão para tentar apagar as pegadas que deixava. O nosso papel é investir no esclarecimento.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Covers - um outro lado da moeda
Em 2011 o vocalista do Counting Crows, Adam Duritz, no seu melhor "timbre Rick Danko", fez uma (sub)versão para o seu "cloud album" - All My Bloody Valentines.
Conclusão deste que vos fala. Dependendo do dia, uma pode soar chata e a outra mais do que apropriada... e vice-versa.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
A Decadência Do Ocidente - Cap. XXVI - Alunos Da Unb Promovem A "Night Of The Crazy Pussy"*
Muitos vão achar o fato de eu traduzir o título para o inglês uma frescura, e realmente o é. Mas não tive coragem de postar o nome no vernáculo. Se vocês ainda não estão escandalizados, deem uma olhada no que está listado entre os "bons drink" (sic).
Ao que parece o acontecimento mereceu o aplauso do Magnífico Reitor da Unb. José Geraldo de Sousa Jr., mas não pude confirmar o fato pessoalmente
Acima, o Magnífico Reitor da Unb, José Geraldo de Sousa Jr. Também conhecido como o "Zé do MST", já que defendia a criação de turmas exclusivas para aquela magnífica instituição na universidade (talvez a única punição que o MST ainda vá ter um dia seja realmente assistir aulas na Unb). Doravante o chamaremos unicamente segundo o protocolo "Geraldo, o Magnífico".
Na foto acima Geraldo, o Magnífico, é condecorado por ser a única pessoa no mundo que leu as obras completas de Boaventura Santos.
Bem, confesso que perdi a primeira "Night of the Crazy Pussy". Mas se rolar mais uma, faço questão de ir. Tenho até uma boa sugestão para a trilha sonora do evento:
Esta é a autêntica capa do álbum "Let them eat Pussy" da banda "Nashville Pussy". Que tal galera, não é a trilha sonora ideal para a "Night of the Crazy Pussy II"?
*Para os efeitos desta postagem estamos considerando o Brasil como fazendo parte do Ocidente e a Unb como sendo uma universidade.







